Anedotas de Malucos II
Dois malucos :
- A pesca hoje estava mesmo boa, marcaste o lugar onde estávamos ?
- Marquei, fiz uma cruz no casco do barco que alugámos !
- És mesmo parvo! Então, se da próxima vez não pudermos alugar o mesmo barco como é que vamos saber onde é que era?
Na aula de pintura, o já tradicional doido pegou o pincel e pintou uma porta na parede. Depois, chegou-se ao médico e disse:
-Eh eh, olhe só o que eu vou fazer…EI COMPANHEIROS, VAMOS FUGIR, EXISTE UMA PORTA AQUI!!!
Os malucos começavam todos a correr, batiam na parede e emborrachavam-se no chão. Pensa o médico :
“Este aqui já deve estar bom, olha só a brincadeira que ele fez”.
Diz então o doido:
-Doutor, veja como estes gajos são burros, não sabem que a chave está comigo.
O hospício estava cheio e os médicos queriam-se livrar de alguns doidos. Então colocaram os malucos, um de cada vez, num trampolim de uma piscina, que estava totalmente vazia. Foi o primeiro, saltou e emborrachou-se no chão. O segundo, o terceiro, todos caiam direitos ao fundo da piscina. Até que um deles sobe no trampolim, olha para baixo e volta para trás. O médico, esperançado, pensa:
“Até que enfim! Este posso liberar, ele não saltou.”
E perguntou ao doido:
- Por que é que não saltaste?
- Não conte a ninguém, mas eu não sei nadar…
No hospício, um doido, sentado num banquinho, segura uma cana de pesca mergulhada num balde de água. O médico passa e pergunta:
- O que é que estás a pescar?
- Otários, doutor.
- Já apanhou algum?
- O senhor é o quinto.
Um maluco recém curado e saído do manicómio ia pelo passeio de uma avenida e cruza-se com um cego, que como é normal, vinha a bater no chão com a varinha.
Mais adiante, cruza-se com um coxo, que não dobrava uma perna, e que arrastava o pé pelo chão, para poder andar.
O sujeito pára para pensar e, indignado, chega perto do coxo e dá-lhe um valente murro na cara.
O coxo, atordoado, berra:
- Ouça lá! O que vem a ser isto?
- Ó sua grande besta! Então você vem a apagar aquilo que o homem vem a escrever?
Dois malucos fogem de um hospício e por acidente entram num beco sem saída. Um esconde-se no bidom, o outro dentro de uma saco de sarja. O guarda bate no bidom e ouve-se:
- “biiiidduuuummm….”
Bate no saco e o maluco responde.
- “sacummmm”
O hospício estava cheio e assim os médicos resolvem fazer um exame para ver quem já está bom. Começam a gritar pelo hospital a dizer que o hospício se estava a inundar. Todos os malucos começam a nadar no chão, menos um que está sentado num banco, a sorrir. O médico satisfeito pensa:”Este já deve estar curado, não está a nadar.” E pergunta ao doido:
- Por que é que não estás a nadar?
- Eu vou esperar pela lancha que é mais rápido.
No hospício, um doido estava a jogar paciência, quando chega um outro e diz:
- Ei, estás a fazer batotice?
- Sim, mas não espalhes.
- E tu nunca descobres?
- Não, eu sou muito esperto.
A recepcionista duma clínica psiquiátrica entrou na sala do médico e disse:
- Doutor, está uma mulher lá fora que diz que é invisível!
E o psiquiatra:
- Diga-lhe que agora não posso vê-la!
Bastante perturbado, Laurindo vai ao psiquiatra:
- Doutor, estou muito necessitado da sua ajuda. Sinto que em vez de uma pessoa sou três.
- Tenha calma! - diz o médico. - Nós sete faremos o possível para ajudá-los. Agora, quero ouvi-los e, quando sairem, queiram pagar à minha assistente as vinte e uma consultas.
Num exame de rotina, o médico do Hospício pergunta para um dos seus pacientes:
- E então, Napoleão, o que foi que inventaste desta vez?
- Eu inventei um objecto que permite ver através das paredes.
- É mesmo? - pergunta o médico, céptico. - E como se chama esse objecto?
- Janela.
O Presidente da Câmara vai visitar um hospício e é recebido por uma comissão de pacientes.
- Viva o Presidente! Viva o Presidente! - gritavam eles, entusiasmados.
Ao ver um dos doidos da comissão calado, um dos assessores do Presidente, aborda-o e pergunta:
- E você, porque é que não está a gritar: “Viva o Presidente”?
- Porque eu não sou louco, sou médico!
- Mãe, ajuda-me, o meu marido está completamente louco.
- O quê?
- Ele tem cinquenta gatos no nosso apartamento! E o pior é que todas as janelas estão sempre fechadas.
- Então porque é que não abres as janelas?
- Não posso, os meus 100 pombos podiam fugir…